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Fipe: preços dos imóveis residenciais têm maior alta em sete anos em 2021

Fipe: preços dos imóveis residenciais têm maior alta em sete anos em 2021

A cotação dos imóveis residenciais terminaram o ano de 2021 com uma alta acumulada de 5,29%, que configurou o maior avanço desde o ano de 2004, quando houve uma elevação nominal de 6,70%, de acordo com uma pesquisa que foi realizada pela FipeZap no último dia 5.

E mesmo com o avanço, o reajuste dos preços ainda deve ficar abaixo da inflação prevista para o período, de 9,28%. O preço médio de venda de imóveis em dezembro, por sua vez, subiu 0,48%, após um avanço de 0,53% em novembro. Também ficou um pouco atrás o índice que mede a inflação mensal, de 0,68%.

O índice Nacional de preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês será divulgado em 11 de janeiro, e se a previsão se confirmar, o valor dos imóveis em dezembro terá registrado queda real (descontada a inflação) de 0,20%.

O FipeZap trata de realizar mensalmente o monitoramento dos preços de imóveis residenciais em 50 cidades pelo país. A alta nos preços dos imóveis em 2021 ocorreu em um cenário de juros baixos, mas em tendência de alta no final do ano por conta da disparada da inflação. Em dezembro, o Copom ajustou a Selic para 9,25% ao ano.

O que muda em 2022 – e que pode afetar seu bolso

Entre as capitais monitoradas pelo FipeZap, todas registraram alta nominal nos preços de venda no acumulado do ano. Veja os Resultados:

  • São Paulo: 4,13%
  • Rio de Janeiro: 2,16%
  • Belo Horizonte: 3,06%
  • Brasília: 9,26%
  • Salvador: 1,57%
  • Fortaleza: 5,54%
  • Recife: 4,20%
  • Porto Alegre: 5,54%
  • Curitiba: 15,41%
  • Florianópolis: 15,74%
  • Vitória: 19,86%
  • Goiânia: 13,70%
  • João Pessoa: 8,44%
  • Campo Grande: 5,97%
  • Maceió: 18,50%
  • Manaus: 9,48%

O preço médio dos imóveis em dezembro ficou em R$ 7.874 por metro quadrado (m²) entre as 50 cidades monitoradas. São Paulo se manteve como a capital monitorada com o preço do m² mais elevado (R$ 9.708 /m²), seguida por Rio de Janeiro (R$ 9.650/m²) e por fim a cidade que mais desponta no setor imobiliário do sul do Brasil, Balneário Camboriú (R$ 9.358/m²).

Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio de venda residencial por m², foram Betim (R$ 3.091/m²), São Jose dos Pinhais (R$ 3.788/m²) e Pelotas (R$ 3.914/m²).

Será que vale a pena comprar um imóvel neste momento?

Mesmo com uma economia que deve ficar estagnada ao longo de 2022, o setor imobiliário é um dos poucos que está apresentando boas expectativas para o ano. Obviamente que a presença do Coronavírus ainda afeta vários setores da economia brasileira, sobretudo do turismo, que acaba afetando o desenvolvimento do setor imobiliário. O que acontece é que as pessoas ainda estão com receio e tendem a ficar mais em casa do que antes, mesmo sem lockdown.

Ter uma propriedade ainda continua sendo uma das formas de investimento mais buscadas, seja para quem busca ter o seu primeiro imóvel ou para quem busca comprar um imóvel em uma região que gostaria de passar mais dias ao longo do ano.

Além disso, projetos sustentáveis que já se mostraram como uma tendência devem continuar se projetando ao longo de 2022. Talvez o único obstáculo que poderia nesse momento atrapalhar o rendimento do setor imobiliário seria o aumento da taxa Selic para acima de 10%.

Folha Sudoeste


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