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Rio Ganha Programa De Formação Para Mulheres E LGBTQIA+

A metropolitana do Rio de Janeiro recebe o 1º Programa de formação e aceleração de negócios e projetos criativos voltado para mulheres e pessoas LGBTQIA+. Trata-se do POD.CRIAR, idealizado pela ColetivA DELAS. Voltado para pessoas em vulnerabilidade social, é totalmente gratuito e 100% online.

O objetivo é capacitar mulheres e população LGBTAIA+ em vulnerabilidade social que atuem na economia criativa. O foco será nas áreas de planejamento de negócios e financeiro, divulgação e venda, habilidades emocionais, captação de recursos, inscrição em leis de incentivo à cultura e transformar ideias criativas em negócios.

Além disso, o programa irá fomentar a conexão com potenciais patrocinadores e incentivadores. As aulas serão ministradas por mulheres e pessoas LGBTQIA+ com expertise e reconhecimento em suas áreas de atuação.

O POD.CRIAR é patrocinado pela consultoria EloGroup, através da lei municipal de incentivo cultural do Rio de Janeiro. O programa conta com a parceria da co.liga que vai oferecer diversas trilhas formativas. Além disso, oferece conteúdos e aulas eletivas para as alunas, juntamente com mentoria especializada em empreendedorismo na economia criativa.

Inscrições abertas até janeiro: veja como se inscrever

A primeira turma vai impactar 100 negócios diretamente. As inscrições estão abertas desde o dia 21 de novembro de 2022. Elas vão até as 23h59 de 22 de janeiro de 2023.

As inscrições serão realizadas online. Para se inscrever, basta entrar neste formulário de inscrição e fornecer os dados soliciados.

A lista de seleção será divulgada no site e nas redes sociais da ColetivA DELAS. O primeiro ciclo será formado por 16 encontros virtuais com início no dia 09/02/23 até 11/04/23. Ao todo o programa terá 7 meses de duração.

O primeiro ciclo formado de 16 encontros virtuais. Ele terá a participação das 100 pessoas selecionadas, com início no dia 09/02/23 até 11/04/23.

Oportunidades | co.liga

Créditos: Reprodução

Das 100 pessoas inscritas, 40 passarão para o segundo ciclo. Este será composto de seis mentorias e duas oficinas, com início dia 04/05/23 até 22/06/23. Já em agosto acontece a Feira ColetivA de Negócios, com a participação de investidores e patrocinadores.

Mesmo quem não conseguir se classificar poderá participar das duas oficinas, que são abertas ao público.

Mulheres pretas e pessoas LGBTQIA+ foram as mais afetadas na pandemia

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de mulheres pretas trabalhando caiu 26,4% para 24,1% em 2020. No mesmo período, o número de homens brancos com emprego formal subiu de 23,4% para 25,9%.

A taxa de desemprego entre LGBTQIA+ é de 17,1% e chega a 20,4% entre pessoas trans. Os dados são da ong votelgbt e box. Esses dados também informam que 6 em cada 10 pessoas LGBTQIA+ tiveram diminuição ou ficaram sem renda por causa da pandemia

Segundo o FME (Comissão de Trabalho da Assembleia Legislativa do Rio – Alerj), levará 267,6 anos para que a paridade econômica entre os gêneros seja atingida. Nesse sentido que ações como o ColetivA atuam.

 

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