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Lei de Autonomia do Banco Central e sua relação com o mercado

Segundo o projeto de Lei do Governo Bolsonaro, a ideia e blindar a instituição de interferências políticas. O referido projeto foi aprovado na última semana, dando um mandato fixo de 4 anos para os presidentes e diretores, sendo um pouco diferente do que acontece hoje onde não temos um prazo que esteja definido. Assim como deve acontecer na Reforma Administrativa, os cargos dos profissionais apenas serão mantidos se tiverem um bom aproveitamento.

Proposta será votada

Assim como aconteceu na Reforma da Previdência ou no projeto da Reforma Administrativa, a Autonomia do Banco Central apenas será sancionada ou não caso os votos passem pela Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Não é de hoje que a autonomia do BC é posta em pauta no Brasil. Nesta atual proposta, a pauta é defendida pelo Ministro da Economia do Presidente, Paulo Guedes que sabemos ser um grande defensor das pautas liberais. o Atual presidente do Banco Central é Roberto Campos Neto.

O Bacen é responsável por impulsionar a taxa SELIC, as taxas de juros que serão oferecidas entre as Instituições bancárias que tem atuação em nosso país. Segundo o pronunciamento da própria instituição, o principal objetivo está em “estabilizar a moeda e o poder de compra” dos brasileiros.

O exemplo pode ser inspirado no Exterior

O Brasil não seria o primeiro país a dar total autonomia para a sua principal instituição bancária. Países importantes no cenário econômico mundial como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e até o México são locais onde o Banco Central tem uma autonomia plena.

Segundo o presidente do BACEN, Roberto Campos Neto, vale muito a pena se inspirar nesses países: “A gente notou resultados muito positivos nestes países que resolveram adotar a sua indepedência de seus Bancos Centrais”, completou.

Investidores podem se animar com a mudança

A Bolsa de Valores B3 do Brasil viveu altas e baixas neste ano, por conta da pandemia de Coronavírus e outros fatores internos, como crises causadas pela pasta de Economia, com outros ministros e também com Bolsonaro ao longo do ano. Mas mesmo com o dólar mais perto de R$ 6 do que 5, o mercado brasileiro apresentou os melhores resultados entre os mercados emergentes nas Bolsas, em comparação com México, Argentina e África do Sul por exemplo.

Investidores principalmente os estrangeiros podem ser os mais privilegiados e que venham a voltar a apostar em massa em nosso país, valorizando a nossa moeda perante a outras emergentes. O Brasil hoje enfrenta sérios problemas de credibilidade e a questão fiscal também afasta o capital do exterior.

A proposta passa a mensagem de que o Brasil esta na busca de colocar a conta em dia, diminuindo as chances de o país entrar em quebra e ajuda os investidores estrangeiros a retornar a Bolsa.

Folha Sudoeste


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