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Gasolina e energia elétrica são os itens que mais pressionam a inflação no ano

Inflação no Brasil está entre as maiores da América Latina

O Brasil está enfrentando uma dura crise econômica e política, sendo que esse cenário está sendo ainda mais duro para a população por conta do aumento da inflação. A inflação do nosso país já é a terceira maior da América Latina, com 9% no acumulado dos últimos 12 meses, ficando atrás apenas da Argentina com 51% e Haiti com 17%. A Venezuela por estar em uma hiperinflação não constou no índice da Fundação Getúlio Vargas.

No comparativo dos últimos 12 meses, tendo como último mês de fechamento agosto, a inflação no Brasil fechou em 9%. Isso acontece principalmente pela desvalorização cambial no país que foi maior do que o dólar, euro e até moedas da América Latina ou países asiáticos.

Com insegurança politica, investidores estrangeiros estão se afastando do país

A insegurança política tem afastado os investidores e dificultado ainda mais o cenário de inflação galopante que o país está enfrentando. É esperado que a inflação acumulada do ano fique entre 7 a 8%, o que é muito maior do que a meta estabelecida no início do ano que era de 3,75%. A previsão é feita todo ano pelo Focus, que pertence ao Banco Central.

A inflação do Brasil tem afetado a vida de toda a população, pero em especial dos mais pobres. Acontece que se um lado o preço dos itens está aumentando, do outro o salário não está acompanhando esse reajuste. Isso acaba levando à difícil situação de que cada vez mais pessoas enfrentem dificuldades para comprar os itens básicos.

Auxílio Emergencial pago pelo Governo não é suficiente para combater os efeitos da alta inflação

Para movimentar a economia e servir como ajuda às famílias mais vulneráveis, o Governo Federal está pagando o Auxílio Emergencial no valor mínimo de R$ 150. Porém como o valor é insuficiente, já foi considerado por uma parte da população como “Auxílio Fome”.

Nesse cenário de inflação no país e que se mostra cada vez mais caótico, muitas famílias já até trocaram o gás de cozinha por cozinhar no fogão a lenha ou mesmo outros itens.

O preço da conta de luz também tem tido um papel de importância para a alta inflação no Brasil, onde os analistas afirmam que o Governo demorou demais para tomar medidas que pudesse amenizar os impactos da crise hídrica no país, o que gerou ainda mais esgotamento de recursos e a disparada dos preços.

Câmbio deve continuar desvalorizando em 2022

A previsão de um câmbio mais baixo para o final de 2021 e 2022 já está sendo revista pelo Banco Central. O Governo estimava um dólar em R$ 5,15 no final do ano, porém em setembro o câmbio já atinge os R$ 5,26, como na data em que este artigo é produzido (16/09/2021).

Para 2022, com uma inflação que deve seguir alta, a previsão é de que o Produto Interno Bruto – PIB, que é a soma de todos os produtos, bens e serviços do país, cresça apenas 2%. A previsão para 2023 e 2024 é ainda menor, com apenas 2,5%. Os analistas financeiros já olham para 2022 em relação ao Brasil e em como um novo Presidente no comando poderia amenizar as coisas.

Folha Sudoeste


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