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Inflação preocupa e COPOM deve aumentar novamente a taxa de juros

Inflação preocupa e COPOM deve aumentar novamente a taxa de juros

A inflação atual tem nos deixado preocupados e de acordo com o Banco Central, a inflação atual pode influenciar e muito sobre as projeções da economia brasileira. Vejamos agora alguns estudos que foram feitos, com o que já aconteceu no mês de junho de 2021, ou seja, algo que ocorreu a bem menos de um mês.

Algumas informações são vindas do próprio Banco Central do Brasil e com indicativos que foram mostrados, mostram que a atividade interna referente a economia, se mostram favoráveis e de de certa forma, bem positivas.

Os efeitos da pandemia para a economia

Mesmo que a pandemia tenha se mostrado cada vez mais intensa, continua se mostrando uma evolução com um ponto de vista, com um viés mais positivo do que foi esperado, no que tange a respeito da inflação. Assim se mostram as revisões de certa relevância para as projeções do restante do ano.

Os agentes econômicos mostraram certa confiança em relação a economia, e as medidas para a preservação de empregos e de renda (conforme mostra o programa bem), também com os dados que mostram o avanço da vacinação.

Assim sendo, com a elevação dos preços de commodities e com os efeitos da defasagem do estímulo monetário, isso indica uma perspectiva favorável para a economia, conforme indicativos mostrados pelo próprio Banco Central do Brasil. Mostra-se assim, dessa forma uma certa projeção para a variante do Produto Interno Bruto (PIB) no ano de 2021 passou de 3,6% no Relatório de Inflação (RI) com anteriores para 4,6%.

Ritmo da economia até o final do ano irá ditar a inflação em dezembro

Conforme vai passando os dias, o ritmo da economia pode fazer com que se altere os resultados da inflação. Nesse tocante apesar da redução significante dos riscos e  da recuperação econômica que ainda se mostra de uma forma incerta, dado o ritmo de seu crescimento. Como a inflação ao consumidor nos surpreendeu de novo no trimestre que se encerrou no mês de maio e que se situou em 0,33% p.p. acima do cenário básico, também mostrado em inflações anteriores.

Mostra-se então que conforme os relatórios oficiais inflacionários, indicam expectativas de inflação nos anos de 2021,2022 e 2023, que foram apurados pela pesquisa Focus.

As previsões de inflação se encontram em torno de 5,8%, 3,8% e de 3,25%, de forma respectiva. Conforme a reunião feita pelo Copom, se decidiu por elevar-se a taxa básica dos juros em 0,75%, para 4,25% a.a.

COPOM irá se reunir novamente em agosto

Uma vez que o Comitê entendera que tal decisão reflete o seu cenário básico, todavia, ele se mostra compatível com a convergência da inflação para que no horizonte seja relevante, nisso se inclui o calendário do ano de 2022. Assim sendo, o Banco Central do Brasil, reforça que tais informações se tem a visão de não trazer nenhum prejuízo para a estabilização dos preços e para fomentar empregos, pois são nesses moldes que é alimentado a economia.

O Copom, fez o comunicado que o cenário básico para a inflação que envolve os fatores de risco, possa ter uma possível reversão, mesmo que ainda seja parcial, do aumento recente nos preços das commodities internacionais em moeda local, possa produzir uma trajetória com uma inflação abaixo do cenário básico.

Se tem uma perspectiva positiva em consideração a pandemia, todavia, tal expectativa depende da evolução das atividades econômicas e essas fontes podem influenciar na inflação.

Folha Sudoeste


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