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Governos decidem reduzir o preço do ICMS - Veja o que muda daqui para a frente

Brasil pode vir a sofrer com risco de desabastecimento, afirmam especialistas

Em um momento onde os brasileiros estão debatendo sobre até que ponto pode chegar o preço da gasolina e do diesel no Brasil em meio aos conflitos armados que estão ocorrendo na Rússia e Ucrânia, além do anúncio de que os Estados Unidos já proibiram o petróleo russo e vão voltar a negociar com a Venezuela. Existe até o risco maior e que é mais temido de que falte combustível no país ao longo do ano.

Parte do Governo Federal está preocupado com a real possibilidade de desabastecimento de combustível no país, o que poderia levar ao país a um estado de calamidade pública. Se o país insistir em praticar no mercado interno um valor que fique muito parecido ao que é praticado nos postos de combustível no exterior, é bem provável que os brasileiros fiquem sem condições de abastecer os seus veículos.

Isso também acontece pelo baixo poder de compra dos brasileiros, já que não é a maior parte da população que têm condições em pagar R$ 25 no litro de gasolina como nos Estados Unidos, onde a população recebe um salário acima dos US$ 1.000 contra os R$ 1.212 daqui.

Petrobras admite que existe defasagem no atual preço do combustível

Neste momento, a Petrobras admitiu que existe uma defasagem nos preços do combustível e que já estaria estimada em até 40% para o diesel e a gasolina, ressaltando que o último reajuste ocorreu a 55 dias atrás. As informações são de que os estoques da estatal estão se acabando e por isso aumenta a preocupação por um desabastecimento.

Cerca de 30% do mercado interno têm uma dependência dessa importação que é feita por parte de empresas privadas com parceria juntamente à Petrobras, sendo que é justamente esta fatia que depende da política de preços do mercado internacional e que neste momento atravessa um período onde o barril de petróleo está acima dos US$ 100.

Os mais ricos também temem o desabastecimento

Até a elite do país também teme o real risco de um desabastecimento. Neste momento, o risco não estaria em uma possibilidade de ter um combustível de R$ 12 a 14 para os mais ricos, mas sim a real chance de se a guerra se estender e a crise do preço do petróleo, de que já nos próximos meses falte combustível. Para o consumidor mediano, uma gasolina em R$ 10 já poderia ser o início de um estado de calamidade.

Dentro do Governo Federal, já existe quem comente sobre a possibilidade de que o litro da gasolina possa chegar a R$ 15, o que acabou gerando comentários referente à um  “Auxílio Combustível” oferecido a população mais pobre. Nesta semana, o vice-presidente Hamilton Mourão se pronunciou e disse que pretende subsidiar o preço do combustível por pelo menos três meses.

Entenda como o bloqueio dos Estados Unidos do petróleo russo pode afetar o Brasil

Com a decisão dos Estados Unidos de bloquear o petróleo que era exportado pela Rússia, as instituições financeiras já afirmam que em breve o preço do barril deverá chegar aos US$ 139. Putin disse que o Ocidente deve se preparar para ver o preço do barril em até US$ 300 ainda em 2022, dando uma resposta às sanções econômicas que a Rússia está sofrendo.

Em um ano de Eleições para Presidente, muito já se comenta sobre como um aumento do combustível para acima de R$ 10 seria praticamente a gota d’água para a tentativa de reeleição de Jair Bolsonaro.

Folha Sudoeste


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