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Deputados do RS pedem que Auxílio Emergencial inclua as mães

Deputados do RS pedem que Auxílio Emergencial inclua as mães

Os parlamentares gaúchos realizaram uma sessão nesta semana na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em que teve como uma pauta chave a discussão de uma ampliação do Auxílio Emergencial para as mães solteiras. Coube à diretoria do Departamento de Assistência Social de realizar o pedido.

Até o presente momento, a gestão do estado conseguiu auxiliar 695 mães chefes de grupos familiares e teve o comentário do Governador do Estado, Eduardo Leite, que informa que o número de pagamentos para esse grupo é inferior ao que realmente deveria.

Veja como funciona o benefício do Auxílio Emergencial Gaúcho

O Auxílio Emergencial Gaúcho foi criado com o intuito de aparar até quatro grupos. Além das mães que são chefes de família, o benefício também atenderia as pessoas inscritas no Simples Nacional, Microempreendedores individuais (MEIs) e trabalhadores que não tem nenhum tipo de vínculo empregatício.

A proposta inicial dos deputados gaúchos era de incluir pelo menos 8 mil funcionários. O repasse que seria direcionado com este Auxílio alcançaria até R$ 107 milhões de subsídios, com foco nos pagamentos aos MEIs de R$ 4o0 mensais, sendo que os optantes do Simples Nacional iriam receber até R$ 1.000.

É importante lembrar que após concluir as solicitações, alguns grupos já tiveram os pedidos negados, como conceder o benefício para o setor cultural e de eventos. O projeto se encontra estagnado a pelo menos um ano e meio na Câmara dos Deputados.

O que aconteceria se o projeto fosse aprovado?

Caso o projeto fosse aprovado, cerca de 400 mil famílias que vivem no Rio Grande do Sul em estado de extrema pobreza iriam ser beneficiadas. No site do Governo do Estado, consta que mais seis mil empresas acessaram o Auxílio, porém o que se sabe era que a proposta iria atingir até 19 mil empresas.

Na visão do Governo Gaúcho, mesmo com o avanço da vacinação, com 32% da população já com as duas doses da vacina, ainda há muito que precisa ser feito, em especial pensando nas pessoas que acabaram perdendo a sua renda durante a pandemia.

Setor de serviços foi o mais afetado pela pandemia

O setor de serviços foi o que registrou a maior queda de empregos formais desde o início da pandemia de Covid-19. Para efeitos de comparação, quando analisado com o comércio, o saldo negativo é de cinco vezes maior. O setor de serviços abrange desde restaurantes, bares, pousadas, lanchonetes e hotéis que foram muito atingidos, ainda mais com o turismo praticamente fechado por conta do vírus.

Para o Governo do Rio Grande do Sul, sempre podem haver pessoas que foram mais afetadas em outros setores também, mas analisando em conta a dificuldade financeira que o Estado vem enfrentando, o primeiro passo a se fazer é garantir o sustento daqueles setores que foram mais afetados. Quanto ao Auxílio Emergencial do Governo Federal, a previsão é de que os pagamentos acabam em outubro, com previsão de dar início ao novo Auxílio Brasil, substituindo o programa que foi criado na Gestão de Lula, o Bolsa Família.

Folha Sudoeste


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