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Fome, desemprego e preços nas alturas: o retrato da economia para a maioria dos brasileiros em 2021

Fome, desemprego e preços nas alturas: o retrato da economia para a maioria dos brasileiros em 2021

Ao longo do ano, diversas famílias pelo Brasil viram a sua situação financeira ficar ainda mais delicada, porém não foi apenas o dinheiro que acabou pesando. Além do desemprego e da inflação, a fome também assustou milhares de brasileiros.

Ainda que o desemprego comece a ceder nesses últimos meses do ano, além de que o Produto Interno Bruto consiga terminar 2021 em alta, ainda muita coisa precisará ser feita para devolver a qualidade de vida que o brasileiro chegou a ter alguns anos atrás.

Essa combinação perversa entre a queda de renda somado a alta inflação, além do fim do pagamento do Auxílio Emergencial, que fez com que na prática, muitas famílias se afundassem nas dívidas e o pior disso, na fome.

Pobres estão comendo o mesmo que os riscos, só que estragado

Infelizmente a fome voltou a ser um assunto cotidiano no Brasil. sendo que nos casos mais extremos foi normal ver cenas de terror em várias capitais do Brasil, onde as pessoas recorriam para os lixões de caminhões para se alimentarem de comida estragada.

Muitas das pessoas que tinham emprego antes da pandemia, acabaram ficando desempregados e com o fim do Auxílio Emergencial, ficaram sem ter o que comer. E quando essas pessoas não receberam doações, infelizmente não tiveram o que fazer, nem recorrer e passaram em diversos momentos fome.

Comida que antes era destinada aos porcos agora é resto para os mais vulneráveis

Em diversas regiões do país onde seria mais do que obrigatório a presença de saneamento básico, como Maceió, a fome também está crescendo em diversas zonas da capital alagoana. Moradores de rua estavam buscando restos de comidas em hotéis de luxo nas partes mais nobres da cidade, o que ficou conhecido como “lavagem”.

Essa comida antes era direcionada aos porcos, porém agora muitas pessoas estão levando, mesmo com uma grande chance de intoxicação alimentar. E outra situação muito triste está chamando a atenção, que é de que os ossos que eram dados agora passaram a ser vendidos.

Com o aumento do preço das carnes, os consumidores estão recorrendo a cortes, que antes eram ignorados pela maioria das pessoas, sendo que a alta procura acabou levando com que os “empresários” tivessem de aumentar os preços.

Procon de SC realiza alerta para açougues

Em Santa Catarina, o Procon emitiu uma recomendação para que os estabelecimentos passem a doar os ossos e não os vendam como estavam realizando, por um preço médio de R$ 4 o kg. O comunicado foi feito ao Procon na cidade de Florianópolis ter um cartaz estampado “osso não se vende, se dá”.

Cenas parecidas também foram vistas do lado de fora do Mercado Municipal de São Paulo, onde pessoas também estavam buscando por ossos de carne que estavam sendo descartados no mercado. Além da fome, o número de pessoas no Brasil que estão se moradia também aumentou em 2021, sendo que a porcentagem de famílias que foi despejada neste ano chegou a 340%, de acordo com um levantamento que foi feito pelas entidades sociais.

Folha Sudoeste


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